Na onda de disponibilizar arquivos via Scrib...vamos aos resumos de estudo!
Cada aluno possui sua estratégia própria para estudar. Ele desenvolve em sua vida acadêmica estas estratégias para obter sucesso em seus estudos, mesmo que sem perceber.
Tenho me interessado por mapas conceituais como organização para meus estudos...porém ainda não entrei a fundo no assunto...mas, já posso adiantar que estes resumos estão em forma de esquema...
Então...disponibilizo os seguintes links:
http://www.scribd.com/doc/8552687/Compreender-e-Ensinar
http://www.scribd.com/doc/8552690/Praticas-Interdisciplinares-na-Escola
http://www.scribd.com/doc/8552692/Ed-Especial-e-Processos-Inclusivos
Boa leitura!
6 de fevereiro de 2009
17 de janeiro de 2009
A Informática Educativa: um processo construído por todos
O computador vem adquirindo um espaço crescente em nossas vidas. O mundo virtual e a utilização da máquina como facilitadora de nossas produções vem aumentando constantemente à medida que adquirimos a técnica de utilização das ferramentas.
No contexto escolar não é diferente. Cada vez mais temos na escola a introdução da informática. Alguns anos atrás ainda era necessário justificar a utilização do computador na escola, porém atualmente temos muitas produções que formam um consenso sobre isto. No entanto, o que hoje causa necessidade de se pensar é a forma com que esta introdução vem acontecendo.
No Brasil, a utilização do computador na educação iniciou-se na década de 70 com algumas experiências em universidades (USP, UFRJ e UFRGS), aonde o principal desafio era utilizar o computador de forma interativa. No final da década de 80, o país já possuía uma rica base teórica sobre informática educativa. De lá para cá os debates e os estudos continuam buscando sempre a melhor forma de utilizar o computador como recurso didático.
No início da introdução da informática nas escolas o principal objetivo era demonstrar que estas encontravam-se na era da modernidade. Mas como seria esta aula? Quem poderia assumir esta responsabilidade? Inicialmente foram contratados profissionais mais técnicos que iriam ensinar informática. Porém, as aulas eram totalmente descontextualizadas e sem nenhuma ligação com os conteúdos trabalhados pelos alunos nas disciplinas.
Com o passar do tempo as escolas perceberam o potencial didático-pedagógico da ferramenta e passaram a introduzir a Informática Educativa, que não só aproxima os alunos das novas tecnologias como utiliza o computador como ferramenta de apoio às disciplinas lecionadas.
Ainda assim, sabe-se que a globalização exige um conhecimento holístico da realidade e quando se coloca a informática apenas como uma disciplina, colocando-a em uma sala, com um horário fixo e a responsabilidade apenas para um único professor, estamos fragmentando o conhecimento e criando fronteiras de conteúdo e da prática. Nesse contexto, a introdução da informática educativa não objetivaria a interdisciplinaridade na escola?
A partir desta realidade é essencial que o professor reflita, repense seu papel, sua prática e desenvolva novas ações, que não só permitam que ele possa lidar com essa nova realidade, mas também, que o auxilie a construí-la na escola. Então, sendo ele um agente transformador, deve assumir o papel de facilitador da construção do conhecimento do aluno e não somente um transmissor de informações. Não se trata de transformar todo o corpo docente em especialistas em informática educativa, mas criarmos condições para que todos se apropriem da utilização gradualmente dos recursos informatizados e assim criarmos novas possibilidades de utilização educacional destes recursos.
No contexto escolar não é diferente. Cada vez mais temos na escola a introdução da informática. Alguns anos atrás ainda era necessário justificar a utilização do computador na escola, porém atualmente temos muitas produções que formam um consenso sobre isto. No entanto, o que hoje causa necessidade de se pensar é a forma com que esta introdução vem acontecendo.
No Brasil, a utilização do computador na educação iniciou-se na década de 70 com algumas experiências em universidades (USP, UFRJ e UFRGS), aonde o principal desafio era utilizar o computador de forma interativa. No final da década de 80, o país já possuía uma rica base teórica sobre informática educativa. De lá para cá os debates e os estudos continuam buscando sempre a melhor forma de utilizar o computador como recurso didático.
No início da introdução da informática nas escolas o principal objetivo era demonstrar que estas encontravam-se na era da modernidade. Mas como seria esta aula? Quem poderia assumir esta responsabilidade? Inicialmente foram contratados profissionais mais técnicos que iriam ensinar informática. Porém, as aulas eram totalmente descontextualizadas e sem nenhuma ligação com os conteúdos trabalhados pelos alunos nas disciplinas.
Com o passar do tempo as escolas perceberam o potencial didático-pedagógico da ferramenta e passaram a introduzir a Informática Educativa, que não só aproxima os alunos das novas tecnologias como utiliza o computador como ferramenta de apoio às disciplinas lecionadas.
Ainda assim, sabe-se que a globalização exige um conhecimento holístico da realidade e quando se coloca a informática apenas como uma disciplina, colocando-a em uma sala, com um horário fixo e a responsabilidade apenas para um único professor, estamos fragmentando o conhecimento e criando fronteiras de conteúdo e da prática. Nesse contexto, a introdução da informática educativa não objetivaria a interdisciplinaridade na escola?
A partir desta realidade é essencial que o professor reflita, repense seu papel, sua prática e desenvolva novas ações, que não só permitam que ele possa lidar com essa nova realidade, mas também, que o auxilie a construí-la na escola. Então, sendo ele um agente transformador, deve assumir o papel de facilitador da construção do conhecimento do aluno e não somente um transmissor de informações. Não se trata de transformar todo o corpo docente em especialistas em informática educativa, mas criarmos condições para que todos se apropriem da utilização gradualmente dos recursos informatizados e assim criarmos novas possibilidades de utilização educacional destes recursos.